sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Vazio em Chamas



Você não quer parar... e não pode ficar quieto

Você não gosta do silêncio
Não gosta do vazio
Você não gosta de estar sem um eu...
Então você rejeita a meditação.
E rejeita também a totalidade de Ser que é a vida.

O pensamento constante cria uma vida feita de sonhos e mantém um jogo de falsidades e ilusões.
Mas se você pode estar presente em si mesmo e olhar dentro das reações da mente; se pode viver atento a tudo o que se passa aí dentro, e se move para fora através de seu ser. 
Se você pode então estar simplesmente aí e olhar em si mesmo sem qualquer rejeição ou escolha... 

Então, isto, essa sua maneira simples e silenciosa de viver é a base da meditação. 

Deixar o vazio em chamas consumir a identidade e os sonhos
Isso é sua mais profunda natureza. É a substância mesma de seu ser. 
Olhar para a vida sem distorcer nada, sem resistência nenhuma; e mesmo assim, funcionar efetivamente, objetivamente e responder a necessidade do momento. 

Meditação é se mover no mundo através do conhecimento diário, mas liberto de ideias e palavras...
Penetrar em silêncio o desconhecido em cada coisa, em cada momento.  

Qual o propósito de estar ali presente? Para que serve essa meditação da presença alerta?  
É que ali dentro de seu ser em unificação o Amor é livre para se mover. A ação do Amor torna-se então bênção e divindade. Divina felicidade.

"O que ainda não é" somos nós mesmos; e isso é a nossa mente condicionada para viver através da divisão onde nosso eu se esconde...

E a disciplina que é olhar dentro disso que ainda não É; isso é a austeridade de aprender sobre si mesmo!

Isso é tudo. Nada há além disso. 


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Vazio em Chamas

O Ser está aí. Desfrute-O!

terça-feira, 17 de novembro de 2015

A Morte é o Supremo Amor



O que acontece quando morremos? I     O que acontece quando morremos? II

O que acontece quando morremos? III

Brahma e Vishnu procuram Shiva para tratar sobre um assunto urgente, e o encontram entretido no ato sexual com sua esposa. Shiva, a Morte está tão absorvido no ato que não se dá conta de que os outros dois deuses, Criação e Duração haviam entrado em sua habitação.

É muito rica e muito bela essa imagem mítica da morte transformada em uma unidade que flui entre Shiva, Brahma e Vishnu, três em um; o três que é UM. Uma divina unidade onde a dualidade chega ao fim. Destruição-Criação-Duração: três deuses reunidos em um só Ser Uno.

Então a Morte não pode ser destruição; é uma dança que flui, uma respiração constante entre destruição, criação e duração. E morte é criação e duração; quanto mais morte, mais duração e mais a vida se prolonga; quanto mais morte, mais criação e mais a vida se renova. 

E ainda há mais: a Morte é uma habitação, algo mais que só espaço, há algo vivo ali, alguém respira ali; é a habitação de alguém. O divino Ser, a divindade, o Uno habita ali, é a habitação interior do Uno vivo em seu próprio mistério em iluminação. 

É o que encontramos quando abrimos os olhos dentro de nós mesmos. 

E há ali destruição e criação, unindo-se sexualmente em favor da sustentação da vida enquanto que o resultado dessa fusão amorosa, luminosa e constante é uma eternidade de ser natural, viva, feliz, criadora. É muito, muito belo esse símbolo.

A Morte está aí e a mente está reagindo. Então em lugar de tentar escapar, você experimenta algo completamente novo, permanece no corpo, fica presente e olha ali dentro; há profunda penetração e surgem símbolos para o conhecimento interior: três deuses em um só. 

São símbolos. São idéias e a imagem de um deus está ali, mas não são reações que estejam vindo do medo, não são obsessões vindas de uma reação violenta de ódio porque estamos perdendo tudo possuímos. 

São pura arte, parece uma brincadeira bem humorada que desperta a criança em nós, uma gostosa brincadeira feliz que nos leva a um encontro profundo com o desconhecido enquanto o mistério ganha expressão por meio de uma rica linguagem; enquanto lança uma ponte que dá acesso ao desconhecido.

É a linguagem do amor, daí a ênfase do mito no sexo, e não é somente sexo, é uma absorção profunda, um desaparecimento total na habitação do que é Divino. Não é uma reação automática e inconsciente de quem se debate e está com medo, trata-se do conhecimento místico profundo de quem é sensível e feliz como uma criança.

É simbólico mas não é uma reação, é antes uma elevada forma de autoconhecimento porque quem morre somos nós; trata-se de você e eu que nascemos para o conhecimento profundo e total da morte e isso somos nós, é nossa essência mais básica. 

E entrar nessa habitação é um novo nascimento em nós mesmos e uma nova criação; significa que a experiência da Morte é o conhecimento da Luz que é própria Vida. E essa nova Luz é nossa mais profunda natureza, aquilo somos nós em nossa mais íntima realidade; pura divindade. É muito belo, até onde nos leva, o que nos dá a conhecer essa linguagem mítica do Amor.

A Morte é a habitação da Vida, destruição-criação-sustentação para mais e mais vida; e a Morte é o fim do diminuto eu, a mente cessa ali e súbito você é um com a Vida em si; de repente você conhece a Vida tal como ela é em sua eternidade de ser natural: divina e Suprema. 

A Morte aí está, no corpo, na respiração, é a vida mesma. Diante da Morte, a mente reage e tenta escapar; ali ela não pode se mover, ali dentro naquela habitação a mente cessa e seu eu desaparece. Para a mente é total destruição e porque você está adormecido ali não pode ver que aquela destruição é para mais e mais vida; é criação, é duração; está ausente, não pode ver, tem medo e se agarra na mente. 

A mente reage e rejeita aquilo, foge para dentro de uma atitude “contra” expulsa  a morte para o "fim da vida" e arrasta você para dentro dessa escuridão dividida. A mente é contra a morte, não deseja perder seu eu, deseja que seus sonhos continuem, anseia em continuar a viver em seus sonhos e arrasta você para dentro do sonho.

A mente não deseja morrer e a Morte aí está, inexorável, divina, eterna; então mente é contra. 

Mas se abrimos os olhos ali dentro podemos ser totais outra vez; ali está a Luz da qual surgimos e ali somos livres para ser um com a Luz outra vez. E a Luz é a Vida, ali a Luz não é somente energia, é pura divindade, a Divindade em seu Ser Uno, da qual surgimos e agora retornamos em plenitude de conhecimento; em plenitude de consciência.

Essa habitação é nossa existência, é nosso próprio corpo; e aquele medo é nosso eu, aquela fuga sem fim é nossa mente cotidiana, e para nós a Morte é essa ausência de amor, ausência de unidade, ausência de Luz. 

Mas apenas porque permanecemos adormecidos na divina Luz da Vida.

E precisamos brincar como uma criança, ser de novo um com nossa inocência, descermos de volta ao que é natural em nós e estarmos ali presentes, de olhos abertos, em plenitude de consciência, só então podemos retornar à felicidade de sermos um com o Uno outra vez.


Gratidão a Shiva-Brahma-Vishnu


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A Morte é o Amor

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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Morrer para a Divisão



Veja o artigo anterior

O que acontece quando morremos? II


Brahma e Vishnu procuram Shiva para tratar sobre um assunto urgente, e o encontram entretido no ato sexual com sua esposa. Shiva, a Morte está tão absorvido no ato que não se dá conta de que os outros dois deuses, Criação e Duração haviam entrado em sua habitação...

Que imagem extraordinária essa que surge da comunicação com a Morte por meio de símbolos, nada que ver com um jogo de crença, nada que ver com religião; pura espiritualidade, pura divindade. Porque entrar ali e conhecer a Morte por dentro é desaparecer no que só pode ser chamado de Divino. 

Esse conhecimento intuitivo da Morte por dentro é a essência do que chamamos de autoconhecimento.

A Morte está tão absorvida no ato sexual que não se dá conta de que os outros dois deuses estão ali em sua habitação…

Essa extraordinária imagem está dizendo que a Morte existe em seu próprio espaço. Esse espaço existe aí mesmo onde você está e só permanece oculto para quem olha através da mente consciente. 

O lugar oculto da Morte é um espaço de divindade e isso é seu interior; ali a Morte é como um lar, é onde habita a Divindade. Ali o Divino é três: Destruição-Criação-Sustentação; e não são três, são um só. 

Destruição onde se fundem Criação e Duração; Duração onde se fundem Destruição e Criação; Criação onde se fundem Destruição e Duração. Então conhecer um é conhecer os outros dois e retornar ao Uno; e essa experiência de retorno ao Uno é uma dança de fusão entre trindade e dualidade onde ambos, o três e o dois desaparecem.  

E isso é a Morte autêntica; um desaparecimento de olhos abertos na unidade natural, e ali a experiência do fim das diferenças, das distâncias e das divisões.

Não são dois, é o três; não são três, é o dois e não são dois e nem três é o um. Um retorno consciente ao um. Essa unidade do três com o dois é o Uno, e a Morte é uma profunda penetração nisso que é o Uno, ali onde o três e o dois se encontram por meio de uma sexualidade divina e estão desaparecendo, fundindo-se um no outro, para mais e mais Vida.

Shiva, Brahma e Vishnu não são três, são o Uno. Conhecer isso em si mesmo é descobrir o que é a Morte por dentro!

Shiva-Brahma-Vishnu: Morte é Destruição. A destruição é criação que provoca duração; isso é penetrar o mistério daquilo que é eterno. Conhecer isso em nós mesmos é a mais alta realização, e não pode haver liberdade maior do que essa. Puro êxtase, suprema felicidade.

Shiva-Brahma-Vishnu: Morte é Criação. A criação é destruição que produz duração; isso é a penetração profunda no Reino de volta à Vida eterna. Conhecer isso em nós mesmos é a mais alta iluminação, realização profunda, supremo êxtase.

Shiva-Brahma-Vishnu: Morte é Duração. A duração é destruição que gera mais e mais criação; isso é penetrar a mais íntima natureza. Conhecer isso em nós mesmos é a mais alta realização, é nos tornarmos um com a Vida e voltar para casa;  A mais alta iluminação, pura felicidade.

Que coisa devastadora que é o conhecimento profundo do que se oculta em nós. É estar presente e abrir os olhos nesse espaço profundo onde a mente cessa. É conhecer ali dentro nossa real natureza criadora na descoberta da Luz interior da qual surgimos a cada momento em manifestação constante, pura e natural. Então nesse mesmo conhecimento interior nos tornarmos senhores de nós mesmos, governantes de nossa própria existência.

Shiva é Brahma, Brahma é Vishnu e Vishnu é Shiva e Brahma. O Supremo, Morte em iluminação, Vida em plenitude na consciência. Não são três, são um só Ser Uno; são uma divina unidade; são criação, destruição e duração reunidas em um só espaço profundo, um espaço em iluminação, uma habitação onde há encontro, fusão e supremo êxtase. Isso somos nós mesmos. É a revelação do que somos por dentro, a revelação do que trazemos dentro de nós, a revelação daquilo de que temos medo e rejeitamos em nós mesmos.

O medo surge do fato de que ali, a mente cessa e o pensamento não pode se mover. Então tal como estamos não podemos existir ali; tal como pensamos ser por fora não podemos estar ali. 

Significa que ali dentro, dentro da Morte não pode haver destruição sem criação e duração; se um ali está, os outros dois estão presentes em fusão. E a morte não é mais essa lamentável destruição final de tudo que nos causa medo e ódio; diante dessa extraordinária simbólica cheia de divindade agora ela pode ser também encontro, gozo e diálogo. Agora pode ser também uma união sexual entre macho e fêmea e então penetramos o mistério de nossa própria sexualidade, enquanto a Morte mostra-se como um ritmo de fusão criadora entre uma tríade de deuses e nossa própria dualidade sexual. 

O que acontece quando morremos? Há destruição, então uma sempre nova criação para mais e mais duração. Pura Vida eterna em plenitude diante de nossos olhos abertos.

E estamos de volta ao Reino e em uma nova união ao Ser Uno que ali habita. Isso é a descoberta do que já somos por dentro. E se ali presentes, penetramos a mente e abrimos os olhos além, é a realização, a eternidade; Vida em iluminação, espaço em plenitude. A Morte é essa penetração profunda que nos ilumina por dentro.

Antes na escuridão da mente dividida, diante da Morte só haviam reações de medo e ódio, agora sob a claridade de uma nova Luz você pode rir e gozar. Antes na ausência do conhecimento, você tinha de lutar e fugir para dentro da escuridão, agora na plenitude desse conhecimento do que já É por dentro, você é livre para relaxar, gozar e celebrar uma nova Luz viva. 

Morte, sexualidade e Divindade; três deuses. São símbolos de conhecimento interior; é muito belo.


Gratidão a Shiva-Brahma-Vishnu.

O que acontece quando morremos? I    O que acontece quando morremos? III


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Morrer para_a Divisão

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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Morrer para sua Mente



O que acontece quando morremos? I

Essa é uma pergunta muito fundamental, por isso é que essa pergunta está na base de toda busca espiritual, e o tipo de resposta que se tenta dar a ela é o define uma doutrina religiosa da outra. 

Quando o tema é a morte, de imediato surgem duas reações, ou está ali a religião com sua obsessão pela crença ou está ali uma reação contra a religião. Diante da ideia da morte, imediatamente a mente reage e luta para se manter agarrada a alguma coisa, persegue algo em que acreditar; então ou você crê ou acredita que crença é bobagem.

A morte está ali e a mente reage. É dessa reação automática diante do fato da morte que então surge “a ideia de um deus” cujo sinônimo é “crer” ou a ideia oposta "não existe isso de um deus", uma crença também. A reação da mente em ambos os casos é a mesma: buscar algo em que acreditar, acreditar a em algo que diminua  a ansiedade mental diante da fatalidade inevitável que é a morte. 

A Morte ali está. Então surgem idéias e as idéias se juntam em teorias; ideia de reencarnação, ideia de ressurreição, ideia de céu e de inferno, ideia de purgatório onde se pagam as dívidas cármicas, ideia de pecado e ideia de que nada disso existe a não ser na cabeça de quem crê. São reações da mente diante da morte.

A Índia e as coisas orientais são muito belas e muito significativas. Na mitologia hindu, a figura de Shiva representa a “Trindade da Morte”; a morte é três, é uma tríade que inclui três ideias simbólicas muito belas:

A ideia de destruição e morte, onde o símbolo é Shiva. 
A idéia de criação, onde o símbolo é Brahma.
 E a ideia de sustentação e duração cujo símbolo é Vishnu. 

É belo. Diante da morte a mente está criando símbolos e isso é belo porque então não se trata somente de reações automáticas, mas há ali também uma tentativa de comunicação com o fato real da morte, uma comunicação com o desconhecido. Se há comunicação então pode haver descoberta, pode haver conhecimento; e mais ainda, se há ali comunicação entre quem morre e a morte, há também encontro e relacionamento. 

Segundo conta o mito, Brahma e Vishnu procuram Shiva para tratar sobre um assunto urgente, e o encontram entretido no ato sexual com sua esposa. Shiva, a Morte está tão absorvido no ato que não se dá conta de que os outros dois deuses, Criação e Duração haviam entrado em sua habitação. 

Cansados por terem de esperar em pé durante horas até que Shiva finalmente note sua divina presença, Brahma e Vishnu irritados, lançam uma maldição sobre o deus da morte declarando que a partir de então sua imagem seria representada pelo símbolo fálico do pênis erguido: o Shivalingam.

Relacionamento, encontro, fusão, gozo, comunicação; isso é o amor. É muito bela essa mitologia.

“Shiva absorvido em um encontro sexual com a esposa.” 


A Morte tem uma esposa; a Morte é como um matrimônio e a Morte é uma união sexual… São símbolos; e como são belos esses símbolos. Uma esposa, um matrimônio, um encontro sexual; o que é isso? É amor; a Morte é o Amor! 

Essa imagem representa uma dança de união entre as naturezas macho e fêmea de algo muito maior, algo que não é somente fêmea a e não é só macho, mas uma unidade entre ambos, e é uma união onde ambos estão se dissolvendo um no outro. E a Morte é um ato de amor, o gozo supremo; há penetração, há encontro e fusão, na fusão há dissolução e descoberta. Há então uma comunicação, porque o amor é sempre um intenso encontro que permite uma profunda comunicação de onde brota felicidade, êxtase e bem aventurança. 

Através de uma fusão sexual, a fêmea e o macho estão unindo-se, e ao desaparecerem um no outro  acontece uma estreita comunicação. É uma imagem muito bela. Tudo ali é gozo; êxtase e a Morte está falando à sua esposa, que permanece sentada sobre seu colo durante todo o encontro. A Morte é união, a Morte é encontro e descoberta e sua esposa está sentada sobre seu pênis erguido. Encontro, há então uma fusão, há uma penetração profunda no desconhecido; súbito há gozo, supremo êxtase e descoberta; uma iluminação. 

Penetração profunda, fusão, descoberta e gozo. Isso é o conhecimento, a Morte é a entrada em um novo espaço e é um meio para o conhecimento de algo profundo. É como quando o pênis do macho penetra profundamente a vagina da fêmea; é como entrar em algo profundo, vivo, vibrante, cheio de vitalidade e é uma penetração no corpo. Súbito há gozo, de repente vem o conhecimento, então há descoberta; é a Verdade, há iluminação.

E a imagem do encontro sexual em meio a deuses é perfeita, a fusão é tão intensa que não é desse mundo, é divina; o encontro é tão total e penetrante que chega a tocar o divino. E a Morte entrega-se a ela de maneira tão total que Criação e Duração desaparecem ali no ato de união da Destruição com sua esposa. E desaparecem porque não são três, são um só.

Por isso a ênfase no pênis, é corporal e trata-se de penetrar além, trata-se de estar no corpo, entrar e conhecer além; trata-se de entrar no desconhecido e descobrir; é um fenômeno de conhecimento profundo, é realização, é iluminação, descoberta em êxtase. O gozo supremo; a imagem do falo ereto, a imagem do pênis erguido na vertical é simplesmente genial porque a morte nos assusta e para nós a morte é medo, mas o sexo nos deixa embriagados de desejo. Agora queremos entrar, agora não há medo, desejamos penetrar e gozar, e desejamos nos entregar à penetração e desaparecer em um gozo profundo. 

A imagem é tão forte e bela que o pensamento para, o medo desaparece e surge o desejo de conhecer o desconhecido por dentro. A morte é medo, temos medo da morte porque é o desconhecido, mas o desejo sexual é muito mais poderoso, o desejo de penetrar e ser penetrado, o desejo de se fundir e desaparecer no gozo é tão intenso que esquecemos o medo, nos entregamos e nossa entrega é total. 

Então a mente cessa, e ali em gozo o eu desaparece; é a realização, é bem aventurança; e estamos nos dissolvemos em um espaço pleno de Luz viva. Entramos ali e vem a iluminação, somos preenchidos de Luz, conhecemos a Morte por dentro, descemos até sua mais íntima profundeza; e tudo é Luz.


A Morte é uma profunda penetração no desconhecido. Penetrar é conhecer, então macho e fêmea desaparecem um no outro e o que resta é iluminação; penetrar é descer até o fundo, descobrir, celebrar o mistério, então a mente cessa de existir e a sexualidade é transformada em um gozo luminoso. 

O pênis, a vagina… são coisas corporais, existenciais, onde os pensamentos cessam, são desnecessários, nenhuma crença é necessária, o corpo é suficiente. Descer ao corpo, estar ali presente, entrar ali e deixar que o olhar seja levado para dentro até a mais profunda intimidade; isso é se dissolver e conhecer o Supremo dentro de si mesmo; e é a mais alta realização, uma nova união em plenitude de consciência com a divina Luz de Ouro. É muito belo.

Gratidão a Shiva-Brahma-Vishnu

O que acontece quando morremos? II     O que acontece quando morremos? III

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Morrer para a mente

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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Morrer para o que Você Conhece



O maior dos desafios de um discípulo é passar por esse conhecimento devastador da morte por dentro. Mas não há nenhuma vida verdadeira sem essa travessia interior.

Não há nisso que é morte qualquer negociação. Diante dela de nada adianta você pode pedir mais tempo; ali o tempo acabou, o pensamento finda, a mente está silenciosa e o eu não é mais.


A morte sempre é algo definitivo e total; e sua natureza é absoluta; divina mesmo. E a morte tem de ser divina porque a Vida é pura divindade em ação.

O problema com a morte é que ela está sempre fora de seu controle; aliás como tudo na vida. E não pode ser diferente porque morte e Vida não são dois; são um único fenômeno de Ser. Não existe isso de morte contra a Vida e a Vida está sempre surgindo da morte. Quanto mais morte, mais Vida e isso está acontecendo agora em todo o universo. 

Morte e Vida; uma nascendo de dentro da outra, uma surgindo da outra a cada instante.

Por esse motivo na realidade, não há isso de morte no fim da vida; é como uma fonte abundante, o que existe é um vasto nascimento constante; transbordamento vivo e constante, sem fim.


E ela é como todas as coisas que são naturais: uma espontaneidade de ser. Ela vem quando quer e isso não depende de seu desejo. Não adianta querer morrer e de nada adianta desejar não morrer.

Quando alguém vai nascer, ninguém sabe dizer exatamente quando; e quando alguém vai morrer é o mesmo. Porque não são duas experiências; são uma experiência única de Ser.

Só há uma forma de atravessar a morte: deixando que aquilo aconteça por si mesmo. Deixando que aquilo seja o que É e mova-se segundo sua própria inteligência.

A morte exige total abandono de si mesmo e nesse abandono mostra-se o Ser que É. 

Mas você nunca faz isso, nunca confia e jamais deixa que a coisas sejam apenas aquilo que são. E não vai ser na hora da morte que isso vai acontecer. Daí a importância de conhecer a morte aprendendo a olhar com calma dentro dela, a cada reação da mente diante do movimento total da Vida.

Esse largar a coisa e confiar; esse simples desprender-se; esse deixar ser o que É é a coisa mais difícil para um discípulo. Porque nosso treinamento mental é nos manter agarrados; é lutar pelo controle, possuir algo para chamar de "meu".

O problema com isso é que jamais abandonamos nossa obsessão pelo controle e estamos sempre nos agarrando a algo. Vivemos de desejos e crenças e todas as formas de crença são uma tentativa desesperada de controle. 

A forma mais baixa dessa mentalidade obsessiva é a tentativa de controlar o outro, e sua forma mais violenta é a tentativa de controlar a morte. A mais baixa é chamada de ciúme e a forma mais violenta chamamos de Deus.

Mas a resposta ao desafio de morrer, assim como o de viver, não é lutar por mais controle.

A resposta é mais e mais consciência. 

E somente a presença que se traduz em compreensão, olhando todos os dias alerta dentro das reações dessa mente que não quer largar seu eu, é capaz de nos levar a esse crescimento feliz e simples na consciência.


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Morrer para o que Conhece

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Morrer para Si Mesmo



Quando não há ali um eu resistindo ao que É.

Quando não há ali um eu, a mente pode finalmente estar presente, sentindo-se por dentro; alerta. 

E sem a luta pelos sonhos, ela pode estar ali de maneira simples, de olhos abertos, atenta e silenciosa; enquanto pouco a pouco sua substância torna-se unificada, profunda e silenciosa.

Então na luminosa presença a percepção, o sentimento, o pensamento e mesmo as reações cotidianas da mente ganham um tremendo significado criador.

Ali na presença todo alerta que olha dentro da mente sem usar "um eu", a consciência encontra mais e mais espaço para se focalizar sem qualquer esforço, sem lutar para não se distrair, sem resistir ao que se passa através dela a cada instante de existência.

E sob o olhar todo alerta dessa presença nenhum eu é necessário e a mente é livre para reagir, perceber, sentir, pensar sem qualquer esforço, divisão ou conflito... Súbito há grande consciência.

Essa emergência silenciosa e livre da consciência surge de maneira simples e penetra o que está além. Esse aprofundamento da consciência no espaço interior não vem de um esforço para chegar a algum lugar, não nasce do desejo de ter algo mais.

Aquilo surge por si mesmo de maneira natural e súbita; aquela imensidão surge da própria percepção mais e mais total do que está em ação manifestando-se através da mente a cada instante de existência. 

E o silêncio penetrante, o espaço profundo, a luminosa consciência... Tudo isso é morte para esse eu mental feito de reações divididas em conflito entre si. 

Essa presença, a profundidade em iluminação, a extraordinária criação constante é o movimento da Suprema Unidade saltando do infinito para dentro do instante, existindo por um momento e logo retornando além plena de consciência.

Conhecer a cada instante o quê você já É por dentro é pura benção. 

Benção mortal e devastadora!



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Morrer para Si Mesmo

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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Morrer para o que Você Pensa

Em sua mente há imenso espaço

Em sua mente há imenso espaço quando você pode finalmente estar ali muito quieto olhando tudo em silêncio enquanto se deixa soltar do que está vendo. 

Nessa imensidão de espaço interior, aquilo é você mesmo; e ali dentro a sós consigo você se sente então esvaziado de divisões, reações e oposições automáticas pela primeira vez. 

Isso é pura benção. 

Aquela imensa sensação de presença desce sobre você e não há nada a fazer a não ser celebrar uma intensa felicidade sem motivo aparente que preenche tudo, incendeia e permanece.

Mas isso pode ser muito delicado para ser vivido como uma experiência. Trata-se de um morrer por dentro. 

Ali você está conhecendo a morte por dentro. E entrar ali significa morrer a cada instante para tudo aquilo que você pensa ser seu ou que sente como sendo você mesmo.

É benção profunda e é um puro morrer para a sensação de ser alguém em particular. E ali não há dois; estar ali é ser um; um com o Uno. 

Então não se deixe enganar, esse seu eu não pode entrar ali e somente você em uma nova união com o a unidade natural do Ser, pode abrir os olhos e conhecer o que habita ali dentro muito além dos seus sonhos e do que você imagina; muito além do que você pensa o tempo todo.

Essa é toda a dificuldade. Você não pode entrar ali porque ainda não é um. 

E não é só isso, da maneira como está, só pode existir como se fosse dois. Na realidade você vive como se fosse uma multidão; uma multidão de desejos e esperanças sempre lutando na escuridão mental de sua ausência por mais e mais satisfação.

A coisa toda é tão delicada que somente através de uma profunda e devastadora morte a multidão de sonhos e falsidades pode ser ultrapassada; somente através de um profundo não ser, abre-se em você aquele espaço imenso onde habita o Ser que É em sua própria luz.

E o problema todo é que você odeia a morte enquanto se agarra ao seu nascimento, faz isso há milênios no automático; e age assim apenas para "ter alguém" em que se agarrar... na esperança de ser.

Precisa perguntar: 

"Se o Ser já É, por que é que tenho que lutar para vir a ser?"

Isso pode ser uma grande libertação. Mas você não quer perguntar, prefere se esconder na multidão; porque então aonde tal pergunta o levará? Você sabe muito bem. Aquele profundo morrer começa ali, e aquilo levará tudo de você. 

A resposta expulsará você de si mesmo e nada restará desse seu sonho de ser.


E somente então você conhecerá o que é estar presente enquanto abre-se em você aquela imensidão em plenitude de iluminação criadora.


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Morrer para o que pensa

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Medo é Imaginação


A meditação não é.

A meditação não é um tipo de auto-hipnose e não é imaginação. 

Meditar não significa entregar-se a algum rito. Estar ali a sós olhando dentro de si em silêncio não é adoração, não é crença e não depende de qualquer tipo de doutrina. 

E ela não depende de um dogma, não é disciplina e não pode ser um meio para chegar a algo mais.

A meditação surge como um intenso e espontâneo sentimento de presença, e ela se faz acompanhar da experiência profunda e desconcertante de uma tremenda intensidade de percepção total.

Nessa mesma presença que você não pode invocar ou inventar, há aquela imensidão vibrante que surge por si mesma como uma súbita experiência de unidade.

Não se deixe enganar; a meditação já está aí; é sua essência mais profunda e a essência mesma de tudo. 

Ela vem com naturalidade do "Ser que É" e não pode vir de algo que você esteja fazendo. Ela não virá de suas lutas, suas esperanças e seus sonhos de vir a ser algo mais ou especial.

Por esse motivo, estar ali presente é um "não fazer"; é a experiência direta e simples do que é não ação. Seu eu não é capaz de tal coisa porque a presença não é uma questão de fazer algo; conquistar alguma coisa ou lutar por algo mais.

Ela é essa experiência de estar Presente por inteiro e então com uma grande calma olhar na própria mente com toda a percepção; sentir de maneira total o que se move ali e compreender a coisa toda com um só olhar profundo e alerta.

Viver de maneira simples e total em plena presença é o fim do medo e é o fim da divisão que isola você de si mesmo e sufoca a Vida em seu coração.

Sua nova presença deliberada e alerta em si mesmo é a queda desse seu eu isolado que rejeita o que é Real e luta por um sonho sem fim. E estar ali presente olhando dentro desse sonho de viver é o fim da consciência dividida.

Então estar presente é aprender a morrer momento a momento e somente nesse morrer para as complicações do eu, isso de ser feliz e se sentir em plenitude pode ser mais que um sonho.


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Medo é imaginação 

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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Para Conhecer o Medo

A mente social é o que você pensa

A mente social é o ponto de vista adotado pela grande maioria; é uma maneira de pensar, de sentir e de agir que todos precisam adotar para si, se quiserem viver em sociedade.

Essa mente social funciona através de um jogo constante entre autoridade e medo, e esse jogo é para nós uma reação automática a qual nos adaptamos e sustentamos o tempo todo.

Como se trata de um automatismo, isso funciona por si mesmo na mente; age em nós como um reflexo condicionado que dispensa nossa atenção consciente.

Esse é o problema: tal reação mental não precisa de você, e continua ali reagindo e dominando sem que você jamais tome conhecimento disso!

Você pode viver sem essa reação de se submeter com medo a autoridade mental do que você pensa e sente o tempo todo de maneira automática?

Você tem que atravessar essa reação de medo inconsciente. Precisa ir além de suas reações controladoras; e você não pode fazer isso a menos que esteja a sós consigo e ali presente olhe dentro desse automatismo mental que controla tudo em sua vida.

A chave é descobrir como usar essas reações do medo como uma ponte para uma nova consciência; é aprender todos os dias a usar esse jogo mental como uma porta para uma nova união consciente com o Ser Total da Vida.

A compreensão é uma grande felicidade. Ela é a mais elevada inteligência e somente ela leva você a viver em si mesmo uma nova Criação interior, da qual então você pode finalmente saltar para além do medo e viver livre de qualquer autoridade mental dentro ou fora de você. 

Se você pode estar ai presente em si mesmo, sentindo, olhando e conhecendo o medo por dentro; e se você pode estar ali descobrindo e percebendo com todo o seu ser o jogo dessas reações mentais há então, intensa e súbita compreensão.

E nessa mesma compreensão profunda e silenciosa você é livre para estar presente, abrir os olhos e ver o Todo com calma, sem querer dominar ou controlar aquilo; sem tentar vencer ou ficar livre do medo e sem precisar resistir e lutar contra a mente e seu jogo de autoridade milenar.

No fim do medo emerge o Supremo Amor com sua totalidade de Ser Una e natural; nesse Amor a mente é vazia e está em comunhão com o movimento total da Vida.

Essa grande e simples felicidade de ser uno com a Vida está aberta à você e o medo pode ser uma porta para ela; basta apenas adicionar a ele mais e mais consciência e isso só depende de você.


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Para conhecer o medo

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terça-feira, 15 de setembro de 2015

A Morte não é o Fim

Esse eu que você "pensa ser seu"

Isso que você aprendeu a chamar de "meu eu" está o tempo todo isolando você de tudo o mais. 

Esse eu que você "pensa ser seu" está sempre criando divisões onde elas não existem; ele está gerando oposições que não podem ser, enquanto cultiva lutas, sofrimentos e dor apenas para perpetuar o conflito mental do qual ele se alimenta para se manter no domínio da consciência. 

E é esse conflito constante que você tem de controlar, é esse sofrimento mental sem fim que você tem de negar que provoca a degeneração, o esgotamento, o envelhecimento e finalmente a morte das células do seu corpo... 

E é isso é o que está expulsando você a cada momento da eternidade de Ser que é a Vida.

A mente criadora é a mente esvaziada de todo conflito e sofrimento. Isso é morte interior!

É essa mente mesma que está aí, mas sem divisão; é essa mente sem oposições e é essa mente aí acordada, porque está sendo unificada a cada momento diante de seu novo olhar alerta que ali presente desce sobre ela com profunda calma aberta à compreensão. 

Essa mente esvaziada de conflitos e sofrimento é uma mente cheia de presença silenciosa e constante; e essa mente está repleta de luminosa compreensão. 

E por que o conflito chegou ao fim ali? Porque essa mente pode se mover sem divisões, essa mente é livre para existir sem um eu isolado da Vida.

É sua nova presença total que esvazia a mente desse seu eu feito de lutas e sonhos e essa é a morte verdadeira com seu vazio criador. 

O vazio surge ali dentro quando a consciência aplica de maneira simples e deliberada um olhar todo alerta e silencioso sobre a mente para ver o Todo e viver com a coisa tal como ela é, sem tentar mudar o que vê ali, enquanto acompanha as reações tal como elas são sem resistir e estar contra elas.

Sua mente pode ser criadora; mas não há criação sem esse Vazio que surge da presença alerta; não há criação sem a morte que nasce da consciência descendo de maneira total sobre as reações mentais a cada momento.

A morte desse esvaziamento da mente não é uma questão de esforço e tempo; é uma questão de consciência total, e é uma questão de comunhão interior consciente com o movimento total da Vida por meio da qual você finalmente retorna consciente ao Ser Uno e vivo de tudo.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Viver sem Conflito



Na presença todo alerta há totalidade.

Ali sua atenção pode ser completa e há então percepção total. O silêncio ali é espontâneo; e há uma quietude natural e livre que é espontânea.

Isso vem a você, acontece de maneira simples. Não vem de você; vem da consciência e não depende de que faça alguma coisa para que aquilo desça sobre você e abençoe sua vida.

E existe essa presença simples e todo alerta quando você ali olhando na mente, sente de maneira total cada movimento que surge dentro e fora dela.

Se você pode estar ali e escutar em silêncio todos os "ruídos" das reações da mente diante do que acontece sem interferir com eles, nessa mesma presença todo alerta que olha com calma ali dentro, você se sente pela primeira vez purificado de suas próprias divisões e esvaziado de oposições.

Então, finalmente pode haver uma grande paz transbordante.

Nessa mente quieta, a sensibilidade é silenciosa e o olhar se torna total, sendo livre para ver o Todo e compreender.

Nessa compreensão a mente não rejeita mais sua unidade natural com o Todo, e porque não está mais dividindo-se para interferir consigo, não está mais em conflito porque deixou de lutar contra si mesma.

No conhecimento completo de sua própria totalidade natural, a mente esvazia-se de todo o conflito de uma vez; sem lutar contra isso.

E o que resta é somente o vazio profundo onde brilha a luz viva da consciência plena, enquanto a mente une-se ao movimento total da Vida. 

Somente então você pode conhecer o que é viver sem conflito e celebrar a cada momento uma felicidade simples e pura, pronta para transbordar e enriquecer tudo ao seu redor.

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Viver sem Conflito

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Viver Livre do Conflito

Descobrir conhecendo em si mesmo

Descobrir conhecendo em si mesmo, o que é a mente criadora, é absolutamente essencial para viver através de uma nova liberdade interior.

E a mente que experimenta uma união consciente com sua própria natureza criadora é meditativa porque está presente e abrindo os olhos dentro de suas reações cotidianas, de maneira simples aprende a acompanhar com calma todo o processo do pensamento.

Então nessa mesma conscientização profunda e silenciosa ela é livre para crescer para além de suas próprias reações automáticas, sonhos projetados, conflitos e limitações.

O pensamento criador é a mais elevada forma de pensar e a base desse pensamento com seu sentimento criador, é o desprendimento consciente das reações mentais automáticas.

É nessa liberdade mais íntima que você descobre que é livre para pensar de maneira criadora!

Esse desprender-se não é desapego. Ele é um soltar-se silencioso das coisas falsas que a mente cria e sustenta para sua própria proteção; não através de uma luta contra o apego, mas por meio da conscientização direta do que não é verdadeiro.

A mente criadora não deseja se livrar de suas reações em conflito, e o sentimento e pensamento criadores realizam a travessia da mente com suas divisões, conflitos e problemas todos os dias, por meio de mais e mais consciência.

Somente na liberdade simples de sua nova presença criadora em de si mesmo, é que você pode abrir os olhos e conhecer ali se há "algo além" da mente dividida, dos pensamentos em conflito, dos sentimentos feridos e das reações automáticas.


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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Presos na Divisão Mental

Na presença todo alerta que olha calma dentro

Na presença todo alerta que olha calma dentro das reações da mente, você pode vir a conhecer que ela é uma divisão profunda e constante

Olhando dentro de sua própria mente você pode perceber que ela existe nessa divisão automática e milenar. E ali dentro naquela escuridão cheia de dor e conflitos, a mente está olhando, percebendo, sentindo e pensando o tempo todo em favor da continuidade de suas oposições e reações de controle.

Por esse motivo, a mente não permitirá que você olhe ali em suas profundezas sombrias e para ela o conhecimento de seu Ser mais profundo, é a coisa mais perigosa e indesejável. 

É que suas reações mentais divididas não sobreviverão à luz viva desse seu olhar calmo lançado sobre as raízes da existência diária.

E você pode estar presente diante de sua própria reação de lutar para "chegar a ser". Você é livre para abrir os olhos ali e olhar dentro de suas próprias divisões e reações automáticas que sustentam a esperança de proteger sua preciosa individualidade.

Nessa mesma liberdade silenciosa, você pode também penetrar a totalidade daquilo que traz oculto dentro de si;  e somente nesse mergulho profundo você pode vir a compreender sua própria totalidade natural de ser e viver através dela

Só então a mente pode estar quieta e livre de divisões e conflitos.


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segunda-feira, 27 de julho de 2015

A Obsessão por Mais

Diante do espelho para conhecer o que É

É preciso que você descubra uma nova atitude mental diante do que acontece todos os dias em sua vida e que pode funcionar como um espelho do que está acontecendo em sua própria mente.

Mas você precisa estar diante do espelho para conhecer o que se reflete ali. Somente então poderá responder de maneira criadora ao desafio de compreender e ultrapassar as divisões aparentes impostas pela mente.

Para responder aos graves problemas criados pela adoração inconsciente a essas divisões, você precisa olhar ali dentro para perceber o condicionamento mental imposto pela sociedade o qual toma a forma da obsessão pela moralidade e pelo controle racionais.

Olhando em suas próprias reações mentais, você descobre que essa obsessão reprimida vem de um desejo negado de possuir mais e mais, sempre em nome da satisfação de se sentir no controle do que está acontecendo. 

E isso é também é a raiz mental do isolamento nesse seu precioso eu, que você aprendeu a usar como uma forma de compensação das angústias e misérias de um sofrimento milenar, sempre carregado de conflito e medo destruidores.

Você não precisa lutar para se ver livre da solidão! 

Não é necessário tentar evitar a carência e não é preciso fazer qualquer esforço contra o sofrimento, porque o ponto não é estar contra ou a favor, mas conhecer o todo daquilo

Apenas deixe-se estar ali com calma para penetrar e conhecer o que está aí por inteiro; nesse mesmo conhecimento profundo, chega o momento em que o próprio isolamento e o medo abrem-se como uma porta para a consciência total.


Essa sua nova presença consciente todo alerta em si mesmo é o Supremo Amor!

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A Obsessão por Mais

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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Divisão é Inconsciência

Apegar-se ao que você conhece

Apegar-se ao que você conhece e se agarrar ao que você sabe só serve para aumentar as divisões automáticas que controlam suas escolhas todos os dias.

Possuir teorias bem elaboradas, lutar para defender suas crenças e impor suas opiniões, é sustentar o conflito mental sutil que mantém sua  mente dividida e contra si mesma.

Então, o domínio do ego sobre a consciência é ampliado e se aprofunda mais e mais na raiz de seu ser; e tudo o que você sentir, pensar e fizer se traduzirá em mais e mais inconsciência.

É necessário compreender que você aí está para aprender a crescer além dessa mente dividida, escura e ausente. 

Você precisa atravessar o isolamento automático, necessita compreender as oposições que mantém seu ser em constante fragmentação mental e ir mais além. 

Somente sua nova presença consciente em si mesmo pode levar você a saltar além da adoração automática não admitida do conflito mental que sustenta esse eu feito de sonhos e lutas sem fim.


E ali presente, abrindo seus olhos dentro das reações automáticas diárias de sua mente, você descobre que é livre para passar pela escuridão mental de uma inconsciência milenar que é sempre negada e permanece não admitida.

E você deve ir além do sofrimento da mesma maneira simples com que você passa por uma porta, ou atravessa uma ponte, ultrapassando o vão escuro do abismo profundo que isola você de seu próprio Ser Mais Alto desconhecido.

Você é a ponte e a consciência mais e mais total é a porta!

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Divisão é inconsciência

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terça-feira, 7 de julho de 2015

Divisão e Unidade

A mente que é nova é unidade consciente

Apenas a mente que é nova e unificada, porque tornou-se inocente e criadora ao aprender a estar presente e alerta em si mesma, pode se deleitar com a profunda e rica aprendizagem intuitiva sobre o que trás oculto dentro de si.

Por outro lado, a mente atada a uma busca constante por poder, que se agarra ao que possui e que anseia por segurança sempre lutando por mais e mais, permanece sob a dominação da divisão inconsciente. 

E encarcerada no desejo, só pode ser escrava de suas próprias reações automáticas que tem de controlar o tempo todo.


Então, essa mente que permanece agarrada a seu eu de controle, ansiosa e dividida não pode estar presente, abrir os olhos e descobrir  dentro de si mesma algo que seja novo e desconhecido, mais alto e eterno.

Você não pode evitar estar dividido e não é necessário lutar contra suas reações mentais em conflito.

Mas é necessário descobrir que você pode usar essas mesmas reações sombrias como a porta aberta que dá acesso a uma nova liberdade de viver em plenitude de consciência. 

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quinta-feira, 25 de junho de 2015

O Desafio e o Problema

A mente não pode estar presente

A mente que não pode estar presente diante de suas próprias reações automáticas e não quer olhar dentro de si mesma, é incapaz de resolver seus próprios problemas.


E porque insiste em permanecer ausente e adormecida em si mesma, essa mente está sozinha e se sente isolada na escuridão mental de sua própria atitude dividida de onde surgem as reações de dor, o medo e ódio que se traduzem em carência e conflito. 



 E a raiz de todos os problemas sempre é essa mente dividida entre oposições, reações e divisões em conflito, que anseia em fugir do que trás dentro de si!



Isolada e dividida, ela permanece escondida na escuridão de uma profunda inconsciência enquanto dali resiste ao movimento total da Vida. Então torna-se entorpecida, superficial, sonolenta e "meio morta" sem jamais encontrar uma solução para os problemas que cria o tempo todo para si mesma.



E o problema não está lá fora; está dentro!



Para resolver nossos graves problemas cotidianos, precisamos encontrar uma maneira de "ir além" dessas reações mentais automáticas e dominantes cheias de conflito e aflições. 



Porque somente descobrindo em nós mesmos esse novo espaço de liberdade interior é que então podemos crescer em percepção, sentimento e pensamento na direção de mais e mais consciência. 



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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Mente em Conflito

Uma nova presença consciente é tudo

Somente sob uma nova presença consciente e todo alerta a mente pode estar livre para funcionar em sua totalidade de ser que é natural e espontânea. 

Então ali a percepção pode ser completa e mostrar o todo tal como ele É. 

E nessa descoberta do todo, o sentimento pode ser profundo e o pensamento pode se mover em silêncio, enquanto a consciência volta a ser total e a experiência diária pode finalmente ser completa.

Em uma nova união consciente com sua unidade natural de ser a mente é criadora. E nessa liberdade criadora a mente não necessita mais inventar, imaginar, sonhar, cultivar visões, ilusões e fantasias.

Estando acordada em si mesma, essa mente que vê o Todo e acolhe em si sua Unidade viva, torna-se uma vasta presença que olha alerta a totalidade natural de seu próprio Ato Criador, erguido ali em plenitude na luz nova da consciência unificada.

Esse é o fim do conflito e a queda definitiva da distância mental escura que isola você da Vida.


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Mente em Conflito

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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Humildade e Divisão

Finalmente você está presente em si

Finalmente você está presente em si mesmo, olhando alerta dentro das reações automáticas dessa mente através da qual "seu" Ser mais alto se manifesta a cada momento.

E você está ali com calma. Permanece simplesmente presente acompanhando o que acontece sem interferir; espera enquanto olha a mente através de uma simplicidade humilde e natural, que surge "por si mesma" sem esforço, disciplina ou treinamento.

Conhecendo-se por dentro nessa nova presença consciente todos os dias, chega o momento em que você vê que a carência, a solidão e o sofrimento não vem de você, mas pertencem a essa mente isolada e fechada em suas próprias divisões inconscientes. 

Então percebe de súbito que a simplicidade silenciosa desse estar a sós consigo, é a consciência total unificando a mente.

E nessa profunda solidão sem carência, essa mente "esvaziada" de suas divisões escuras, é sua sensibilidade total acordada na presença desse Ser maior que é a Vida em plenitude de consciência.

Nessa presença que olha acordada dentro do vazio, você celebrando uma nova união ao Ser vivo interior, está totalmente desperto pela primeira vez!


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terça-feira, 19 de maio de 2015

Humildade Arrogante


Devido a limitações de armazenamento de arquivos a apresentação em slides dessa mandala só pode ser acessada através de download para seu computador.  São dois pequenos arquivos html e swf, perfeitamente seguros e SEM VÍRUS. Os links estão logo abaixo do texto.

A mente que pode estar presente diante de sua própria reação automática de lutar o tempo todo para "chegar a ser algo mais", está olhando sem interferir dentro de suas próprias divisões e reações inconscientes. 

Então, nessa nova presença alerta e consciente, essa mente também pode penetrar em silêncio naquilo que traz oculto dentro de si; e ali olhando com calma dentro de si mesma, ela pode compreender sua totalidade natural de Ser pura e verdadeira! 

Somente então você pode estar quieto dentro de si mesmo e lançar um olhar silencioso para dentro de sua tentativa automática de tentar ser diferente do que já É.

Nessa nova presença calma que olha ali dentro todo alerta, é que você finalmente está olhando a Vida sem barreiras inconscientes e vivendo todos os dias sem divisões automáticas.

Está unindo-de de volta ao Ser Uno que habita em seu coração, e ali aguarda através dos milênios, o retorno consciente de seu olhar todo presente.


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Humildade Arrogante

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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Eu e Humildade


Devido a limitações de armazenamento de arquivos a apresentação em slides dessa mandala só pode ser acessada através de download para seu computador.  São dois pequenos arquivos html e swf, perfeitamente seguros e SEM VÍRUS. Os links estão logo abaixo do texto.

A mente que é criadora não precisa fazer qualquer esforço "científico" ou "religioso" para alcançar algo mais, sua união natural com a totalidade de Ser espontânea da Criação é o suficiente.

Uma mente criadora é aquela que se desprende de maneira simples e consciente das reações, das idéias e conceitos que acumulou a respeito de si mesma, enquanto permanece presente e alerta diante dos jogos sutis de influência de todos os dogmas, teorias e crenças.

Essa mente é criadora porque é capaz de intenso discernimento do que traz dentro de si, e experimenta a cada momento uma profunda compreensão diante de sua própria reação de se agarrar a algo para sentir-se em segurança.

 Essa compreensão súbita que surge da presença alerta que olha dentro das reações mentais, produz uma calma não provocada, uma quietude não inventada, uma simplicidade silenciosa que é a mais elevada forma de humildade.

O domínio milenar desse "eu" feito de sonhos e lutas sobre você, termina nessa simplicidade humilde, a qual é sua ousadia de estar ali presente conhecendo a mente por inteiro, enquanto permite deliberadamente que as coisas sejam como são.

Dessa simplicidade que olha humilde dentro da escuridão dividida da mente é que pode emergir a mais pura felicidade de ser uno outra vez!

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Eu e Humildade

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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Simplicidade Humilde



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Essa experiência desconcertante de estar Presente por inteiro diante do que está acontecendo e olhar ali com toda a percepção, esvazia a mente de suas oposições. 

As reações automáticas chegam ao fim e sob a Luz viva daquele olhar voltado para dentro, cada desafio tem sua resposta total no vazio em iluminação. 

Diante dessa nova presença que olha alerta, a divisão chega ao fim e toda a luta termina. 

Há então finalmente, a compreensão súbita de todo o "processo que constrói o eu" dentro de você, e surge aquela tremenda liberdade. 

Isso é viver de maneira simples e total, na plenitude suave do Conhecimento interior.

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Simplicidade Humilde

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terça-feira, 14 de abril de 2015

Humildade e o aprender


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Alguma coisa acontece e a mente reage. 

Então, ali presente de olhos abertos dentro da mente, você começa a descobrir sobre si mesmo.

E você pode começar a descobrir-se por dentro, aprendendo a estar presente a cada momento e a olhar na intimidade escura de suas próprias reações mentais.

Contemplando-se por dentro e sentindo-se por inteiro, você está vendo a si mesmo como se olhasse para seu rosto refletido em um espelho.

O espelho mostra exatamente como é sua face interna mental.

Diante da mente, você precisa aprender a encarar seu rosto assim como ele é, sem tentar escapar do que está aprendendo sobre si mesmo.

Somente assim poderá conhecer algo "mais além"...

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Humildade e o Aprender

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Humildade e o Aprender

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